Calmaê!

Vou voltar esses dias contando TUUUUDO que rolou nos EUA!

agosto 18, 2011 at 12:27 am 3 comentários

Duas semanas!

Que tristeza, amanhã vai fazer duas semanas que eu estou aqui, o que significa que eu tenho apenas mais 22 dias até ter que ir embora… =(

Aqui está tão gostoso… Está com cara de férias mesmo, porque eu não tenho nada exatamente programado. É acordar e pensar “o que eu vou fazer hoje?”. Geralmente, faço algumas compras, passeio em alguns lugares turísticos, e volto pra casa até às cinco, pra poder ir com as crianças pra a piscina.

No final da semana que vem, vou passar três dias em Toronto. Quando voltar, fico mais uns dois dias aqui e vou pra Boston. E, no finalzinho da viagem, vou para NYC.

Hoje foi um dos dias mais gostosos desde que eu cheguei. Fui fazer umas compras, passei por uns lugares pra tirar foto e, no final da tarde, fui com a host family pra uma apresentação das crianças no summer camp.  Foi muito bonitinho mesmo! No final do dia, fomos no Cactus Cantina, um restaurante mexicano aqui perto que é o meu favorito!

Amanhã acho que vou no cinema no começo da tarde, porque a temperatura vai chegar aos 103F, o que significa nada mais nada menos que 39 graus. Ah, e a sensação térmica vai ser de 46. Eles estão recomendando que ninguém fique preambulando pela rua sem motivo, então, nada de turistar amanhã!

É isso! Happy record heat wave for everyone!

julho 22, 2011 at 2:27 am 6 comentários

=)

 

julho 15, 2011 at 1:58 am 7 comentários

Impossível não lembrar da vida de au pair

Tudo aqui me lembra o ano de 2009. Os lugares, as comidas, as crianças… Até o cheiro daqui é diferente e me leva numa viagem no tempo a todo momento.

Às vezes, eu estou sentada na mesa da cozinha e de repente me vejo lá, fazendo Mac & Cheese pra as crianças (e às vezes, nas visões, a Stela também está lá, me fazendo companhia e garfando o Mac & Cheese alheio).

Ontem a Stela lembrou de um comercial da T-Mobile que passava quando a gente estava aqui, e eu abri o vídeo no Youtube e fiquei ouvindo direto, só para me sentir naqueles tempos…

Acho que eu já disse no post anterior, mas eu não me sinto como se fizesse um ano e meio desde que eu voltei para casa. Está tudo igual por aqui, e eu me sinto em casa. Sim, as crianças cresceram, meu quarto é da Anielli (nossa, como ela mantem o quarto arrumado!), algumas lojas fecharam e outras abriram, e agora tem um DC Circulator que vai de Rosslyn a Dupont Circle. A maior diferença para mim é, de fato, não ter a Stela por aqui. Ela foi a melhor-amiga-au-pair que qualquer pessoa poderia querer! Mas, de resto, tudo igual (e a Anielli é uma fofa e me inclui em todos os programas dela)!

Vai ser duro ir embora! Hoje já é meu sexto dia aqui e ainda faltam mais 31, mas já dá um aperto! Já estou vendo que é chegar no Brasil e começar a guardar dinheiro de novo… hahahaha

Pra quem for au pair ainda… APROVEITA! Porque depois… dá muita saudade!

julho 13, 2011 at 1:40 pm 6 comentários

Quatro dias em DC!

Só para esclarecer para quem não sabe… eu NÃO estou indo ser au pair de novo nem nada disso… só estou visitando minha HF!

Minha viagem está sendo ótima! Só comprinhas, passeinhos light, quality time com as crianças… e MUUUUUITO calor! Esqueci o quanto era quente aqui em Washington!

Tenho ido fazer compras todos os dias no início do dia, e mais pro final da tarde fico aqui em casa pra passar um pouco de tempo com as crianças. É tão estranho, mas eu não sinto como se tivesse estado longe daqui por um ano e meio. It feels like home!

Até o final do mês a vida vai ser isso aí mesmo… comprinhas, passeios, barzinho, crianças… depois vou para Toronto e Boston, e um amigo meu virá aqui para DC. No final da viagem, vou passar uns dias em NYC, e de lá mesmo já vou embora para o Brasil.

Recomendo para todas que puderem: voltem como visitantes! É tão bom estar aqui, poder curtir tudo sem ter que trabalhar na segunda-feira!

Vou começar a tirar fotinhos e vejo se coloco algumas no próximo post! Obrigada pelas visitas e boa sorte pra todas!

julho 12, 2011 at 1:18 am 4 comentários

DC, Baby!

Vou começar a contar pela minha viagem, porque ela por si só já foi uma aventura.

Meu plano inicial era pegar um vôo 4:55 da manhã, chegar no Panamá, fazer uma escala de oito horas, e chegar em NYC com segundo vôo à meia-noite e meia, e bem de manhãzinha pegar o Megabus para DC. Ou seja, umas… hmmmm, 30 horas de viagem.

Bom, cheguei em Garulhos umas duas e meia da manhã, peguei a fila do checkin e, quando cheguei no guichê, o cara disse que o vôo estava overbooked e que me passaria para o próximo, que saía às 11:45. De qualquer maneira, eu não perderia minha conexão para NYC, não teria que ficar oito horas no Panamá e eles ainda pagariam hotel para eu dormir antes do meu novo vôo sair. Achei mega digno e topei. Daí o cara ainda me fala que, como uma compensação pelo inconveniente, a Copa me daria US$300. Awsome!

E aí vem a cereja  do bolo… na hora de fazer meu casdastro, o cara descobriu que eu estava vindo para Washington, e disse que, se eu quisesse, poderia trocar meu segundo vôo, e ao invés de ter que ir para NYC, eu poderia ir direto pra DC. Nossa, quase dei um beijo na boca dele!!! How lucky am I?????

Então, fui para o hotel, dormi gostosinho no meu quarto de R$350 graça, tomei banho, tomei um mega café da manhã e daí então fui pro aeroporto (a Copa pagou o transfer também). Cheguei no Panamá, deu tempo certinho de ir no banheiro, comprar uma revista e dar uma olhadinha nos meus e-mails e pronto!, já era hora de pegar o vôo para DC! Cheguei em DC meia noite e meia, peguei um shuttle pra casa e antes das duas estava aqui. Entrei de mansinho pela garagem (of course I told my Host Mom about it), e fui dormir no basement.

De manhã cedinho, ouvi as crianças conversando na cozinha… subi para falar oi e, na hora o Chris e a Annie vieram me abraçar. Eles pegaram uma foto nossa que estava na porta da geladeira, e contaram o quanto estavam com saudade. O Nick ficou um pouco tímido, só foi falar comigo beeeem depois. Os três foram super carinhosos, me encheram de beijos, me contaram um monte de histórias, foi MUITO bom!

Dei os presentinhos pra eles, e eles amaaaaaram. Todos já saíram com as havaianas nos pés e com as silly bands nos braços. Pra a Annie eu dei uma pulseira rosa que ela amooooou! Os hosts também gostaram muito dos presentes (sabonete natura e um tapete de banheiro feito pela minha mãe pra ela e café Pilão e uma cafeteira italianinha pra ele). Pra a Anielli, atual au pair deles, dei um pacotão com doces daqui do Brasil (paçoca, Bis, Ouro Branco, Sonho de Valsa, pé de moleque, etc), que eu fiquei sabendo que ela já comeu quase inteiro… heheheh

Saí ontem para comprar um chip pré pago pro meu celular, dei uma voltinha em Georgetown e Dupont Circle e voltei pra casa. Almocei com a Anielli e uma amiga dela que é au pair aqui perto e depois fomos buscar as kids no camp. À tarde fiquei brincando com o Chris e o Nick num jogo de dança do Wii muuuuuito engraçado. Quanta saudade pra gastar!!!!!

À noite, conversei um pouco com os hosts e todos jantamos juntos… Foi uma viagem no tempo! Muito gostoso!!!

Hoje vou dar uma saidinha pra começar a gastação desenfreada de dinheiro. AAAAAAEEEEEEE!!!!!! Tem Forever 21 em DC agora!!!!! Luuuuuuuuxo!

Minhas crianças estão enoooormes (na verdade, não achei que o Chris cresceu muito, mas os outros dois sim!). A Annie está banguelinha, o Nick está falando tudo (eu saí daqui ele tinha acabado de fazer dois anos, e falava só algumas frases). O Chris é o mais carinhoso, como sempre.

Enfim, estou MUUUUUUITO feliz de ter vindo visitá-los. Ah, e se tiver alguém em DC e quiser me ligar, meu telefone enquanto eu estiver aqui é 202 203 8627.

julho 9, 2011 at 12:26 pm 7 comentários

Quatro dias!

Acho que dessa vez eu estou ainda mais ansiosa!

Já está quase tudo pronto para a viagem. Já comprei e embrulhei todos os presentinhos, já separei as roupas e comecei a colocar tudo na mala. Vou levar uma mala grande e uma mochila, mas não estou levando praticamente NADA, pra poder voltar com bastaaaaaaante coisa! Afinal, o dólar está DE GRAÇA!!!!

Amanhã e terça eu tenho um curso que vai durar o dia inteiro (num post mais para frente vou falar sobre isso), e a minha mãe está no hospital para uma pequena cirurgia, então tempo não é o que está sobrando… Trabalhei até quinta-feira (pedi demissão de onde estava), e na sexta fui resolver um monte de coisas, e também reencontrar o pessoal da escola em que eu dava aula ano passado. Ontem foi dia de muitas festas (festa junina do meu primo, despedida de uma prima que vai para a França, despedida do meu pai e da minha mãe antes dela ir pro hospital…) e também de acertar algumas coisas. Fui no meu ex-emprego assinar uns recibos e também saí para fazer umas compras! Loucura! Hoje vou dar uma saidinha com alguns amigos, segunda e terça curso, quarta visitar minha mãe no hospital e… ufa, finalmente viajar!

Para comemorar o quase fim dessa contagem regressiva, a minha fotinho preferida em DC!

julho 3, 2011 at 3:27 pm 5 comentários

AuPairMom.com

O post de hoje é uma dica de leitura que eu acho fundamental para qualquer uma que está pensando em embarcar na vida de au pair.

Descobri o aupairmom.com logo depois que cheguei nos Estados Unidos, no comecinho de 2009, e até hoje ainda entro lá para ler os posts e as discussões que rolam nos comentários.

O aupairmom.com é um blog que é ao mesmo tempo parecido e diferente dos nossos blogs de au pair.

Parecido porque ele é um blog que tem como objetivo dividir experiências, falar sobre situações reais e pedir a opinião dos leitores que, na maioria das vezes, estão passando pelas mesmas coisas, que é basicamente o que a gente faz nos nossos blogs. E, diferente, porque ao invés de ser escrito por uma au pair, é escrito por uma host mom.

Mais para o começo do blog, a autora procurava dar dicas para outras host moms. Ela escolhia um tema como: “Devo dar dinheiro de presente para a minha au pair?” ou “Minha au pair tem a obrigação de lavar as minhas roupas?” e dava sua opinião sobre ele. Atualmente, o blog assumiu um formato um pouco diferente: ela posta perguntas enviadas por outras host moms ou por au pairs e abre espaço para que a discussão sobre o tema e as dicas surjam nos comentários.

Para mim, a leitura desse blog é indispensável por um motivo: a gente tem mil oportunidades de conhecer outras au pairs e saber o que elas pensam (blogs, orkut, facebook, foruns, etc). Mas e a opinião das host moms? É lá que a gente encontra!

Já li no orkut meninas dizendo que as host moms do aupairmom.com só reclamam das au pairs e só pensam em se aproveitar das pobres auperárias… Na verdade, eu acho que não é bem por aí… Eu vejo, na maioria das mães que comentam no aupairmom.com, uma vontade de tirar o maior proveito da relação entre host family e au pair. E é por isso que a maioria frequenta o blog. Ok, elas querem saber quais são seus direitos, precisam saber o que fazer quando uma au pair pisam na bola; mas também estão dispostas a serem bons host parents, reconhecerem o esforço e o carinho das au pairs e tudo mais. E acho que a idéia de sugerir que au pairs leiam o site tem o mesmo propósito: ajudá-las a saber o que esperar do programa de au pair e das hosts families, mas também para ter idéias de como ser uma au pair ainda melhor.

Enfim, fica a dica parta quem se interessar!

junho 28, 2011 at 2:08 am 5 comentários

Mega feliz!

Esse post é um agradecimento a todas as futuras, atuais, ex-au pairs e simpatizantes que acompanham meu blog.

Fazia muito tempo que eu não postava, minha fase de au pair passou, e eu senti que não tinha mais nada a ver escrever por aqui.

Mas há uns dias atrás entrei aqui e, motivada pela ansiedade que eu estou de ir visitar a minha Host Family (embarco dia 7 de Julho), fiquei com vontade de postar de novo, e de ir nos blogs que eu costumava ler, para ver como estavam as meninas que eu costumava acompanhar.

Daí que, depois de tanto tempo, eu recebi mais de 500 visitas em apenas três dias. Eu não sei se esse é um número tão grande assim, mas pra mim, é enorme (nos tempos áureos, o blog recebia umas 120-150 visitas por dia).

Além disso, fui procurar nas estatísticas do wordpress e descobri que, no último ano, foram feitas mais de 1500 pesquisas no google procurando por “amelie au pair”, “amelie bonfant”, “lígia au pair DC” e coisas do tipo… Ou seja, o pessoal, mesmo depois de eu parar de postar com frequência, continuou me procurando e usando o blog como referência.

Então decidi que vou continuar com o blog! Primeiro porque eu adoro escrever (quem me conhece sabe que eu sou formada em Jornalismo, mas que há algum tempo me dedico ao Ensino de  Inglês, ou seja, não tenho muita oportunidade pra escrever). E, segundo, porque ainda me sinto muito ligada ao mundo das au pairs, aos Estados Unidos, às viagens, e quero continuar contando muitas histórias por aqui.

Ah, e claro, vou continuar lendo as histórias de outras au pairs por aí!

Enfim, é isso.

Obrigada!

junho 27, 2011 at 1:19 am 11 comentários

Ter sido au pair valeu a pena?

Algumas semanas atrás, encontrei com a Stelita pra ir bater papo lá num barzinho da Augusta. (Quem lê o blog faz tempo com certeza conhece a Stela, minha melhor amiga e companhia inseparável nos dias de au pair). Daí, perguntei, sena opinião dela, ter sido au pair valeu a pena. A resposta dela foi ‘sim’, como obviamente seria a minha também.

Eu não vou falar aqui daquelas coisas óbvias, como ter a oportunidade de morar nos Estados Unidos pagando muito pouco, nem de quanto se viaja e se faz compras facilmente quando se está por lá, nem nada disso… de tudo isso eu já falei nesse post aqui, chamado “Ser Au Pair“.

Hoje, na verdade, eu quero falar de como ter sido au pair influenciou a minha vida depois que eu cheguei no Brasil.

A primeira coisa que eu vou dizer é a mais óbvia: ter morado um ano no exterior abre portas para qualquer um. Qualquer empregador vai te olhar com outros olhos quando você diz que teve uma experiência fora do Brasil, especialmente se não foi apenas como turista ou como estudante, mas sim TRABALHANDO mesmo. É claro que, no meu caso, a coisa é mais berrante ainda, já que eu trabalho como professora de Inglês (achei emprego menos de 15 dias depois de voltar pra cá), mas eu tenho certeza que o mesmo acontece em diversas outras profissões também.

Segundo que a experiência como au pair faz de qualquer um um melhor profissional: você trabalhou pesado, aprendeu a engolir sapo, teve que aprender a ser extremamente responsável (quer algo que exige maior responsabilidade que ter vidas humanas sob os seus cuidados?), e teve experiências que você não teria se não tivesse morado fora. Mais uma vez, isso é mais evidente na minha profissão, em que, mais do que aprender Inglês, muitos alunos querem saber da cultura americana, da vida por lá, das viagens e tudo mais. Isso faz qualquer professor mais completo. Mas, mais uma vez, com certeza faz diferença em qualquer profissão.

Terceiro: ter sido au pair te deixa com verdadeiramente com fogo no fiofó. Eu SEMPRE gostei de viajar, inclusive já tinha passado uma temporada nos Estados Unidos antes de ser au pair. Mas, depois de terminar o programa, não tem jeito, a gente fica com uma vontade doida de estar sempre viajando. Desde que eu voltei, em janeiro do ano passado, já fui para o Peru, para a Argentina e para o Uruguai, e daqui uns dias embarco de volta para os EUA (e aproveito para dar uma passadinha pelo Canadá). Depois de ter tido a oportunidade de ter viajado pelos EUA inteiro (se não me engano, eu conheci uns 14 estados americanos) e até mesmo pela Europa (fui para a Inglaterra, para a Holanda e para a Bélgica), a gente fica com a sensação de que é, sim, possível passear por aí, basta se programar bem. E, ainda mais, que isso é NECESSÁRIO! Antes de ir para os EUA pela primeira vez, achava que viagens internacionais eram um sonho distante para mim. Hoje, eu sei que se eu me programar, posso ir para onde quiser (meu próximo passo será conhecer melhor o Brasil).

Quarto: você se convence de uma vez por todas que ter filho é uma coisa séria e que dá muito trabalho, e com certeza não vai querer ter os seus próprios num futuro muito próximo… Por outro lado, você aprende na prática o quanto é gostoso ter o carinho de uma criança, vê-la crescer, aprender coisas novas e se desenvolver, e sabe que, mesmo que vá demorar um pouco, você um dia vai querer ter os seus.

Por último: se você tiver tido uma boa relação com a sua host family, e nutri-la mesmo depois da volta ao Brasil, você terá para sempre grandes amigos nos EUA. Eu, por exemplo, estou indo passar 40 dias por lá, e ficarei com a minha host family que, além de não se importar nem um pouquinho em me hospedar, está super feliz em fazê-lo. Praticamente um couchsurf de luxo! hehehehe

junho 26, 2011 at 3:22 pm 11 comentários

Visita à Host Family

Daqui doze dias, estou embarcando para Washington DC. Vou visitar a minha Host Family, matar as saudades das minhas host kids e, é claro, dos Estados Unidos. Estou super ansiosa.

Eu sempre tive um relacionamento muito bom com os meus host parents, e sempre prometi que ia voltar para fazer uma visita, e a hora chegou.

Uma coisa que eu sempre tentei foi manter um bom relacionamento com a minha host family, tanto durante o tempo que morei com eles, quanto depois que fui embora. Sempre mandei mensagens de aniversário e outras datas especiais, e várias vezes conversei com as crianças pelo Skype. Agora, estou indo e ficarei 40 dias na casa deles, e fico feliz de ver que eles também estão com saudades e estão ansiosos pela minha chegada (minha host FOFA marcou a data da minha chegada no calendário que eles mantêm na porta da geladeira!).Quero muito matar as saudades de todo mundo, passear pelos Estados Unidos (também vou dar um pulinho no Canadá) e fazendo umas comprinhas, claro.

Outra coisa que eu vou fazer: comer muito Hagen Dasz, Ben & Jerry, Panera Bread e Taco Bell! hahaha Estou até fazendo uma dietinha pré-viagem pra poder comer tudo que vir pela frente por lá! =)

Enfim, vou tentar postar as novidades durante o tempo que estiver lá!

Eu sei que o blog estava parado há muito tempo, mas achei que essa era uma notícia que valia a pena ser publicada, pois tem muito a ver com a minha vida de au pair.

junho 25, 2011 at 1:09 pm 2 comentários

Post Utilidade Pública: Hostels III – Buenos Aires e Montevidéo

Estou quase indo viajar de novo (no post anterior a esse eu conto) e ainda não fiz o post sobre a minha viagem de janeiro!

Já aviso logo: não tem praticamente nada para fazer na capital do Uruguai. Passei dois dias lá pois isso não aumentaria em nada o valor da minha passagem para Buenos Aires (fui para lá em Janeiro desse ano). Na verdade, o que eu gostei MUITO na cidade foram as praias, que são de água doce (a cidade é banhada pelo rio da Prata). São bastante movimentadas e a água doce é uma delícia! Já Buenos Aires é uma cidade bem bacana e com bastante coisa para ver e fazer. Dica: procure não ir no auge do verão porque nas duas cidades é muito calor. Mas assim: MUITO!

Bom, vamos as reviews dos Hostels (lembrando que nesse post aqui eu falo sobre hostels em geral, em que sites buscar por informações, como fazer reservas etc, e também dou dicas de hostels nos EUA e na Europa. Nesse post aqui, eu falo sobre os hostels em que eu fiquei no Peru):

Montevidéo

Boulevard Sarandi Hostel - Em Montevidéo, fiquei no Boulevard Sarandi Hostel, que fica no Centro Viejo da cidade. Para chegar do aeroporto é fácil e barato. Aliás, o transporte público lá é bem usável e barato. O local parece meio perigoso, mas não tive problema nenhum. Ah, e bem na frente tinha um fast food mexicano DELICIOSO! O Hostel era bem bonitinho, e os quartos bem confortáveis. Tinha cozinha, sala de televisão e bar. De manhã, o café da manhã era pão com doce de leite (o doce de leite do Uruguai e da Argentina é DIVINO), que ficava numa bandejinha pra quem quissesse ir e pegar. Os banheiros eram um pouco sofríveis, um deles estava sempre sujo.  Um dia, eu saí e quando voltei tinham dado minha cama pra outra pessoa (tinha coisa minha em cima da cama!). Devolveram minhas coisas e me colocaram em um outro quarto.  Não gostei do fato dos quartos ficarem sempre com as portas abertas e qualquer um poder entrar e sair quando quisesse. Por outro lado, havia armários – mas era preciso levar o próprio cadeado – então eu não fiquei muito preocupada. MUITO calor à noite. O wi-fi pegava bem, mas era um pouco lento. Era possível alugar toalhas. O preço foi de US$14 por noite.

Buenos Aires

Portal del Sur - Bem próximo da Plaza de Mayo, rua Florida e outras atrações, além de ficar perto de mais de uma estação de metrô. Desci no Aeroparque, e de lá, só precisei de um ônibus para chegar no hostel (e o ônibus lá em BA é ridiculamente barato). Tinha um Carrefour bem pertinho e vários lugares pra comer. O hostel é muito bonito, o café da manhã é uma delícia e super bem servido (além do lá mencionado doce de leite maravilhoso, também havia marmelada, medialunas, pão de forma, suco e fruta). O staff é muito gentil. Foram super atenciosos e me ajudaram quando eu tive um problema com o meu cadeado (leia-se, eu perdi a minha chave). MAAAAS, o anúncio dizia que havia wi-fi disponível, mas ela não funcionou durante toda a minha estadia (e também não havia computadores para uso dos hóspedes) . Eles alugavam toalhas e o banheiro era bastante razoável. Coisa ruim: não aceitavam dólares, só pesos argentinos. Na primeira noite, dormi embaixo do beliche, mas precisei mudar pra cima nas noites seguintes porque o calor era INFERNAL. US12 por noite.

Os hostels de BA e Montevidéo não eram ruins, mas deixaram a desejar em relação aos meus preferidos (Pariwana em Cuzco, HQ Villa em Lima e Palmers Lodge em Londres).

Ah, uma dica essencial: se visitar o Uruguai ou a Argentina, não deixe de experimentar a casquinha de dulce de leche do McDonalds ou do Burger King. É DELICIOSA!!!! E, claro, em BA, não tem como não experimentar os sorvetes da Freddo e, se você for um fã de alfajor, compre não só os famosos havanna, mas também os da Cachafaz, que são ainda melhores!!!!

junho 24, 2011 at 6:45 pm 3 comentários

Poesia…

Sempre gostei de ler, mesmo quando eu ainda não sabia. Adorava. Quando eu era pequena, meu pai lia um livrinho pra mim antes de dormir, mas eu não dormia, e pedia mais um. E eu já tinha um poema que eu adorava recitar sempre que o momento se apresentava oportuno. Era do livro “Mamãe Gansa”, da Coleção Dourada.

Bambi é ágil

Bambi é Belo

Bambi pula

sobre o prato com a vela

Não era uma pérola da poesia mundial, e pra falar a a verdade, nem rimava. Mas era o meu preferido.

novembro 12, 2010 at 4:07 pm 1 comentário

I’m glad you came along…

Meu pai costuma dizer que certas pessoas não deviam nunca morrer.

O que ele não entendeu é que elas nunca morrem.

John Lennon (9 de Outubro de 1940-Forever)

outubro 9, 2010 at 1:55 am 2 comentários

Paaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaul!!!!!

Pela terceira vez na vida, quem poderia acreditar nisso????

http://www.paulmccartney.com/concerts.php#/1867/all

Meu deus, estou a ponto de ter um ataque do coração!

outubro 4, 2010 at 3:40 pm 1 comentário

Experiências

Uns meses atrás, teve um terremoto em Washington, e eu perdi. Agora vou perder um furacão…

Êêê arrependimento de não ter renovado meu programa de au pair…

setembro 2, 2010 at 4:21 pm 5 comentários

Crianças: Setembro/2008 – Agosto/2010

Quando eu fiz o match com a minha host family, a Annie tinha quatro anos e pouco, o Chris dois anos para três e o Nick ainda ia fazer um ano!

Eles eram assim:

Quanto eu cheguei nos EUA, a Annie ainda tinha quatro, mas estava perto dos cinco, o Chris tinha três e o Nick um. No meu terceiro mês em Washington, eles estavam assim assim:

E há poucas semanas, em fotos tiradas pela Ani, atual au-pair deles, no Air Space Musem de DC, eles estavam assim, enormes, bronzeados (!!! – é verão) e lindos:

Quantas saudades!

agosto 23, 2010 at 1:00 am 3 comentários

Post-Utilidade Pública: Hostels II – Peru

Acho que a coisa de que eu mais gosto na vida é viajar. Comecei tarde, é verdade. Andei de avião pela primeira vez aos 13 anos, e só fui viajar para o exterior quando já tinha 23. Mas depois disso, posso dizer que já tenho uma bagagem razoável. E, vício que é vício, a gente tem que alimentar. Assim, há algumas semanas atrás, comprei passagens para visitar Buenos Aires e Montevidéu em janeiro.

Aí eu estava lá no hostels.com pesquisando acomodação nas duas cidades e lembrei como é difícil, mas gostoso, planejar uma viagem. E lembrei também que, até agora, quase não falei da minha viagem para o Peru, mesmo depois de tantos pedidos. Então, aproveitando o embalo da minha escolha para a próxima viagem, vou falar um pouco dos hostels em que eu e meu irmão nos hospedamos durante a nossa viagem  para o Peru.

(Ah, só pra lembrar, nesse post tem dicas sobre hostels nos EUA e na Europa.)

Lima

HQ Villa – Fica localizado no distrito de Miraflores, que é o melhor lugar para se hospedar em Lima. Aliás, mesmo que você escolha outro hostel, a sugestão é: fique em Miraflores. O HQ Villa, em especial, foi um dos melhores hostels em que eu já fiquei (aliás, os dois em que eu fiquei no Peru bateram de longe os hostels americanos e europeus). Muito bonitinho, super bem conservado, grandão, com quartos espaçosos, uma sala legal de TV, uma área externa bem gostosa (fui no verão, em um dos dias que eu estava lá rolou até churrasco). Internet free no wi-fi e também dois computadores com acesso grátis. Tinha café da manhã, mas eu não posso opinar porque a gente acabou não comendo. Pertinho do hostel tinha um mercado e um McDonalds. Ou seja, fome não dava pra passar. A única coisa que eu não gostei foram os banheiros: os boxes eram fechados apenas por uma cortina, não achei muito privativo. Além disso, acho que no inferno deve ser um frio horrível! Pagamos, para ficar no quarto com mais umas seis pessoas, o equivalente a uns seis dólares. Muito barato.

Cusco

Pariwana Hostel Cusco – MUITO bom! Para começar pela equipe do hostel, todos muito simpáticos e solícitos. Precisei de ajuda com algumas coisinhas e eles sempre foram super prestativos. A região é ótima, bem no centrinho de Cusco, a uns dois quarteirões da Plaza de Armas. Mesma coisa do hostel de Lima: grande, bem conservado, com uma salinha de TV, computadores com acesso grátis e também wi-fi, café da manhã bem caprichadinho (esse sim nós comemos todos os dias). Ótimo mesmo. Único problema: banheiro só no andar de baixo, tinha que atravessar um pátio para ir tomar banho. E quem já foi pra lá sabe: mesmo no verão, em Cusco é frio pra caramba, sem contar que chove o tempo inteiro. Mas a água estava bem quentinha, então compensava. Uma coisa legal é que eu e meu irmão fizemos uma trilha de quatro dias e, nesse período, pudemos deixar nossa bagagem guardada no hostel sem nenhum custo – isso é importante se você for para a trilha Inca, por exemplo. Não lembro o preço que eu paguei, mas foi no máximo uns oito dólares, para ficar em quarto coletivo, mas muito bom (o edredom era super grosso, uma delícia para o friozinho de Cusco!)

Daqui alguns meses, volto contando das minhas experiências em Buenos Aires e Montevidéu. Ah, e só pra lembrar: nunca reservem hostel sem dar uma olhadinha nos sites hostelworld.com e hostels.com. Lá eles dão todas as informações sobre preços, localização e serviços de cada hostel, além de mostrar as opiniões de quem já se hospedou (pra mim é a parte mais importante). Ah, e dá pra fazer a reserva por lá mesmo, o que facilita muito, já que muitos hostels não têm site, ou têm sites muito ruins.

agosto 17, 2010 at 1:50 pm 4 comentários

Post Utilidade Pública: Como escolher a host family certa para você?

Estava falando com alguém no MSN ontem quando surgiu a idéia de escrever um post falando sobre o processo de escolha da host family. Daí voltei atrás em quase dois anos, e também avaliei algumas coisas que aprendi durante meu ano de au pair pra escrever algumas dicas para quem está na fase do match.

A idéia aqui não é fazer um manual – escolher uma família é algo muito pessoal, e que acontece de um jeito diferente para cada au pair -, mas dar algumas sugestões baseadas em como EU fiz a minha escolha.

1 – Seja objetiva

Acho que objetividade é tudo na hora de escolher uma host family. Seja realista, e defina o que você quer para o seu ano de au pair. Eu, por exemplo, sabia que queria morar numa cidade grande, queria ter crianças pequenas e, preferencialmente, queria não ter que dirigir. E foi atrás disso que eu fui. Achei uma família em Washington DC, com três crianças com menos de cinco anos, e que não precisava que eu dirigisse.

Pense que você só conhecerá a família por meio de alguns e-mails, fotos e telefonemas, e que por mais que você ache que a família é perfeita, linda e maravilhosa, pode não ser bem assim quando você chegar lá. Assim, não sacrifique certas coisas porque acha que eles são perfeitos pra você. Já vi muita menina se ferrar por isso, tipo “ah, eles têm cinco crianças mas são tão legais” ou “ah, eu queria morar na costa leste, mas essa família do interior da Dakota do Norte pareceu tão legal…”

É claro que eu nunca iria morar com uma família com a qual “eu não fui com a cara”, e devo admitir que senti o tal “feeling” com a minha família. Mas, sobretudo, tentei ser objetiva na hora de fechar.

2 – Não feche com uma família se você tiver um “eu só não gostei de…”

Se você não gosta de cachorros, não feche com uma família que tem cachorros. Se você é insegura quando à direção, não aceite uma família em que sua principal função será dirigir. Se você adora carne, fechar com uma vegetariana pode não ser uma grande ideia. Outra coisa: tudo bem que a intenção do intercâmbio é viver uma experiência nova e diferente, mas não se jogue numa situação em que você se sentirá confortável. Nem toda au pair se sentiria bem vivendo numa família de gays, ou de religião diferente, ou coisa do tipo. Avalie se você está disposta a isso. Eu, por exemplo, não fiz um match porque queriam que eu dirigisse as crianças pra cima e pra baixo numa minivan. Tudo bem, eu podia aprender… mas, e se eu não aprendesse?

3 – Não banque a heroína

Muita gente fecha com famílias que têm crianças do síndrome de down, ou autismo, ou alguma deficiência física, sem ter noção das implicações que isso acarreta. Sabia que crianças com autismo, às vezes, tendem a ser super agressivas? Já vi vários matchs desfeitos porque a au pair não deu conta do recado.  Mesma coisa com famílias cheias de filhos. Eu cuidei de três e sei que é MUITA coisa. De toda as minhas amigas, eu era a que mais trabalhava. Imagine você cuidando de dois pares de gêmeos ou correndo atrás de cinco crianças pequenas. Tente ser realista.

4 – Se informe

Descubra tudo sobre tudo. Pergunte tuuuuuuuudo pra a família, fuce tuuuudo sobre a cidade e a região, fale com au pairs da região, veja quais os cursos disponíveis, tenha claras quais serão suas funções, quais serão seus horários, se as crianças vão pra a escola… Ficou com dúvida? Pergunte de novo! Falar com a au pair atual é uma mega ajuda também.  Uma amiga minha foi parar numa base militar e passou o ano todo semi isolada porque não pesquisou quase nada e achou que ia ser “mó legal” morar numa base militar…

Se informe também sobre as suas opções. A família com quem você está falando parece ser ótima, mas você já falou com outras? Procure no GAP, troque informações com amigas… Tente ter uma parâmetro na hora de escolher. Eu fechei com a primeira família com que de fato eu falei e com a qual de fato eu tinha chances. Mas já havia trocado e-mails com milhaaaares de famílias do GAP (e não custa dizer que eu trabalhei na Cultural Care, então eu já tinha fuçado um monte de perfil de família no sistema… hehehe).

5 – Não tenha pressa

A menos que você esteja prestes a completar 27 anos ou coisa do tipo, não tenha pressa. É difícil não ficar ansiosa, mas fechar com qualquer família por medo de ficar encalhada geralmente é um erro imenso. Mas, é claro, se a primeira família com quem você falou realmente pareceu a família certa pra você, fecha, ué! Não vai nessa de dispensar porque era a primeira.  =)

7 – Não deixe se enganar pelo luxo

Minha casa não tinha nada de especial, mas eu tive uma estadia super confortável. Também não se deixe levar pela aparência de que você vai ser recebida como uma princesa ou que te tratarão como uma filha extra. Você está indo pra trabalhar e é isso que eles esperam de você. É claro que alguns mimos até poderão aparecer no meio do caminho (meus hosts me deram presentes $$$ super generosos de aniversário, natal, e na minha despedida, por exemplo), mas eles são fruto de um bom trabalho e de uma boa relação com a família.

6 – Feche com a família certa pra você

Você sente que não há nenhuma outra família pra você? Feche. Fechar com cara de “hmmm, não sei, vamos ver no que dá’, sei lá, na minha opinião, não dá certo. Fechou, seja positiva, acredite que você viverá um ano incrível! E, se não for assim, bom, rematch tá aí pra ser pedido!

7 – Depois do match

Lembre-se que a família também cria expectativas sobre você e o “dar certo” depende não só deles, mas de você também. Tente ser a melhor au pair possível. Já vi au pairs ótimas com famílias ruins (azar ué!) mas, podem ter certeza, as melhores famílias sempre ficarão com as boas au pairs (se eles são legais, deve estar chovendo au pair,  e eles com certeza não vão querer continuar com uma meia boca).

Alguém já fechou com uma host family e quer dar opinião? Escrevam para ligets@gmail.com. Publicarei as melhores histórias e dicas no próximo post.

maio 17, 2010 at 1:02 am 6 comentários

Três meses de Brasil + perguntas respondidas

A vantagem de trabalhar numa escola de inglês é que quase todo mundo de lá já morou no exterior (quase todos nos EUA), então dá pra conversar sobre isso numa boa. Além disso, eu acabo usando minha experiência pra dar contexto nas aulas, e também acabo contando muita coisa pra alunos que estão se preparando para ir passear ou estudar nos EUA.

Depois de três meses no Brasil, completados ontem, eu quase que me adaptei totalmente a minha vida por aqui… mas muita coisa ainda é estranha (posso falar? A calça saruel é a coisa que eu estou tendo mais dificuldade pra me acostumar).

Eu continuo conversando com a Anielli, a atual au pair da minha família, e ela sempre posta fotos das crianças… eu moro de saudade! Todos estão muito grandes! Também falei algumas vezes com meus hosts pelo Facebook ou por e-mail… No mais, parece que minha previsão se confirmou: praticamente esqueci das horas cuidando de criança, das bundas limpadas, das birras… Vai por mim, depois que a gente volta pro Brasil, o que fica na memória são os passeios, as viagens, as pessoas, as compras…

Ah, como diz o título do post, respondi a todas as perguntas pendentes… Não deixem de escrever, pois eu não abandonei o blog não!

abril 28, 2010 at 10:36 pm 2 comentários

Posts mais Antigos


Posts recentes

Estatísticas

  • 69,812 visitas desde 17/11/2008.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.